Atualmente cerca de 300 mil pessoas
são beneficiadas pelo projeto
Motivo de orgulho para os fundadores e sinônimo de sucesso para a terceira idade. O Clube A representa isso e muito, muito mais para seus idealizadores e participantes. O projeto surgiu há oito anos pelas mãos de Carlos Ximenes, diretor presidente da Associação Clube A. Algumas visitas a cidades européias fizeram Ximenes observar que lá fora as empresas privadas ofereciam benefícios e tratavam o aposentado de uma forma diferenciada. Tratamento que não ocorria por aqui. “No cenário nacional, o aposentado/idoso era tratado com descaso pela maioria das empresas e pela própria sociedade. Esse fato era um grande sinalizador da grande necessidade de criar uma entidade que valorizasse e suprisse parte das carências desse público”, explica a coordenadora do projeto em São Paulo Tatianna Galeckas.

A coordenadora de São Paulo diz também que “o Clube A foi criado para promover atividades e proporcionar a qualidade de vida, o clube é um localacolhedor, cheio de alegria e alto astral!”. Segundo Galeckas, o Clube A conta hoje com uma equipe de profissionais qualificada para atender ao público, além de desenvolver parcerias com shoppings e supermercados para que os locais de execução das atividades sejam adequados e de fácil acesso à população.
E hoje se pode afirmar que a iniciativa é extremamente próspera. Seis mil participantes são diretamente beneficiados com as atividades físicas e culturais oferecidas pelo Clube A, sem falar nas mais de 300 mil pessoas que possuem os benefícios de descontos oferecidos pelo projeto, freqüentam os eventos, recebem a revista Gente Grande e visitam o site do projeto http://www.clubea.com.br/. Galeckas traduz o que é o projeto significa para ela: “O Clube A representa para mim uma sociedade que valoriza sua história, sua população sênior e a sabedoria que só a experiência de vida pode trazer. A sociedade brasileira carece de projetos voltados para a terceira idade e o Clube A Clube A é a ferramenta que contribui para que o envelhecimento da população ocorra dignamente”.
No Brasil
Empenho, dedicação, muito trabalho e ‘toneladas de amor’ fazem parte da rotina das coordenadoras do projeto nas principais capitais brasileiras. “O Clube A representa uma realização de um sonho pessoal, no sentido de poder integrar o idoso na sociedade com uma melhor qualidade de vida”, conta Márcia Claussen Vilela, coordenadora e responsável pela ida do Clube A para o Rio de Janeiro há três anos. No Rio, já são 700 participantes. “Os associados são eternamente agradecidos ao projeto. Muito deles tornaramse mais felizes com suas vidas trazendo com isso melhora de saúde”, conta Vilela.
A coordenadora do projeto no Shopping Eldorado, localizado em São Paulo, Vittoria Maria Mallamo, define o trabalho desenvolvido no Clube A como “algo surpreendente e mágico”. Ela conta que a cada nova etapa os alunos do projeto “aprimoram suas relações com o próximo, numa etapa da vida em que o idoso tem uma forte tendência ao isolamento, a insatisfação, ao desânimo. Isso é fruto de uma ausência de incentivo, de novas perspectivas de vida, de uma autoestima esquecida com o tempo”. Segundo Mallamo, os associados levam suas vidas para dentro do projeto suas angustias, suas alegrias, suas tristezas, seus sonhos e esperanças e o amor pela vida. “É muito comum ouvir deles que o Projeto é a segunda casa”. Para Maria Inês Moraes, que coordena o Clube A em Porto Alegre, o projeto que tem cerca de 600 participantes é uma lição de vida. “O Clube A tem sido a segunda família dos associados. Aqui eles podem conviver num ambiente agradável, onde a saúde, a alegria e o alto astral são constantes”.
A coordenadora chama a atenção também para a importância da terceira idade para a sociedade. “A terceira Idade é uma ‘Nova Geração’, cheia de oportunidades – um caminho a ser trilhado onde cada um escolhe a melhor forma de fazê-lo”. Acolhedor e pioneiro o Clube A surge como uma luz para a terceira idade. Uma enorme família que o recebe, apóia e, principalmente, o respeita e valoriza. “A fase de aposentadoria é encarada com muito temor pela maioria da população brasileira, é uma fase em que as pessoas se sentem improdutivas e “desligadas” da sociedade. É preciso modificar o pensamento de que o idoso/aposentado não é mais útil, pelo contrário, estatísticas mostram que o aposentado contribui e muito com a sua família”, finaliza
Galeckas. Alguém duvida?
Editorial:
Revista GENTE GRANDE é uma publicação do Clube A
Jornalista responsável: Raquel Holmo
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Revista GENTE GRANDE é uma publicação do Clube A
Jornalista responsável: Raquel Holmo

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